
Esse termo, Comfort Food, deixou de ser modismo gastronômico e passou a ser uma busca constante, e as vezes inconsciente, nos dias de hoje.
A comida afetiva, reconfortante, faz referência a alimentos que proporcionam bem-estar emocional, nostalgia e sensação de aconchego, muitas vezes associados a memórias de infância, família ou cultura. São pratos simples, saborosos e, frequentemente, com alto teor de carboidratos, que “abraçam” quem os consome.
O que é reconfortante é pessoal, variando de acordo com a história de vida de cada um. Trata-se de um movimento mais humano, menos artificial. As pessoas passaram a se interessar sobre como foi feito, de onde veio e quem fez. Há uma rejeição crescente por alimentos ultraprocessados que tentam parecer saudáveis apenas no discurso, o artesanal ganha espaço e valor.
Um grande exemplo disso é a polenta. Durante muito tempo era uma uma comida, simples demais e ligada à classe social mais baixa. Hoje, ganha espaço nos cardápios de restaurantes estrelados e nomes gourmetizados como “polenta mole” e “polenta cremosa” e por aí vai…




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