
Muitas pessoas acreditam que o queijo cheddar é originalmente americano, mas o cheddar originou-se no século XII na vila de Cheddar, em Somerset, Inglaterra. Inicialmente, era produzido em pequenas quantidades por fazendeiros locais. Com o tempo, seu método de produção se espalhou, tornando-se popular em várias partes do mundo.
No início do século XX, os EUA popularizaram o “American Cheese” (queijo americano), um produto processado feito a partir da mistura de queijos, frequentemente cheddar e colby, com emulsificantes para derreter perfeitamente. O famoso “cheddar cremoso” dos hamburgueres de lanchonete é um derivado desse processo, e não o cheddar inglês tradicional.
O queijo cheddar é rico em proteínas, cálcio e vitaminas A e B12 e algumas variedades envelhecidas podem conter probióticos benéficos. Mas, infelizmente para os apreciadores, ele também tem alto teor de gordura e sódio e pode contribuir para problemas de saúde, como hipertensão e doenças cardíacas, se consumido em excesso. Além disso, é calórico, o que pode ser uma preocupação em dietas de controle de peso. Eu, particularmente, apesar de gostar muito de queijos, não sou uma grande fã de queijo cheddar. Acho muito enjoativo, uso somente em receitas muito específicas e onde não tenho como substituir.




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