
Sal marinho é o sal obtido através da evaporação da água do mar, de forma natural ou controlada. Ele é menos processado do que o sal refinado comum (sal de cozinha), o que preserva mais dos seus minerais naturais, como: Magnésio, Cálcio, Potássio e Ferro.
O sal marinho tem a textura mais grossa ou em cristais, cor branca ou levemente acinzentada (por causa dos minerais), sabor mais intenso e “rústico” e é usado tanto na culinária como em banhos terapêuticos ou cosméticos
⚠️ Apesar de mais natural, o sal marinho ainda é rico em sódio, por isso também deve ser consumido com moderação.
O sal que não é marinho é aquele extraído de minas de sal subterrâneas, formadas por antigos oceanos que secaram há milhões de anos.
Por exemplo, o sal de rocha (ou sal-gema), que é extraído diretamente de depósitos subterrâneos. É o tipo de sal mais usado industrialmente e também na culinária, o famoso sal de cozinha comum (que é refinado a partir do sal-gema).
Um outro exemplo é o sal rosa do Himalaia : ele vem das minas de sal de Khewra, no Paquistão. É rico em minerais como ferro (por isso o tom rosado) e é usado tanto na alimentação como em produtos de bem-estar.
Resumindo… ambos têm o mesmo componente principal (cloreto de sódio), mas diferem no processo de extração, aparência e teor mineral.
Mas, se o Sal marinho: vem da evaporação da água do mar e o Sal-gema vem da terra, de antigos mares que secaram, não seriam todos marinhos de alguma forma?




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