O coentro é originário da Europa e do Oriente Médio, por isso é tão utilizado nas comidas tailandesas e indianas, mas também nas mexicanas e aqui no Brasil nas comidas nordestinas. Aqui no Brasil o coentro é mais utilizado in natura (como cheiro-verde) do que em grão como em outros países. Bem… eu sou das que odeiam! E posso dizer que conheço muitas pessoas que também odeiam.
O coentro é um “parente” da salsinha, só que com sabor bem mais marcante, por isso especialistas e chefs indicam começar pela raiz ou pelo grão, que são mais suaves, para depois experimentar utilizar as folhas. No nordeste o coentro é muito utilizado no tempero de peixes e frutos do mar, ou até na salada, é como se fosse a salsinha e cebolinha que usamos aqui no sul.
Não sei explicar o porquê de eu não gostar no coentro, mas tenho a sensação de estar comendo um produto químico, sei lá, algo que não deveria ser comido, rejeição mesmo. Algumas pessoas falam que tem gosto de maria-fedida, aquele bichinho verde que não cheira muito bem sabe…mas como eu nunca comi uma…não sei se é mesmo! (desculpe a gracinha, não resisti!)
Andei lendo um pouco sobre o coentro e descobri que alguns pesquisadores, depois de testes com centenas de pessoas, concluíram que se trata realmente de uma rejeição e está ligada a fatores genéticos. O óleo essencial de coentro tem propriedades bactericidas e fungicidas, analgésicas e ati-inflamatórias, além de ser um ótimo digestivo e rico em várias vitaminas. A verdade é que, nesse aspecto, vou preferir tomar chá de boldo, cápsulas de vitaminas e o que mais for preciso.
Mas, se você é dos que amam coentro…a amizade é a mesma! Só que não vai encontrar receitas que incluam coentro aqui no blog, não posso postar receitas sem testar!
(foto: gardenmania.com.br)





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