
A massa seca, aquela que compramos no supermercado, também precisa de alguns pontos de atenção na hora da escolha.
As massas feitas com sêmola de trigo duro (triticum durum) são sempre a melhor opção, se compararmos com massas feitas com “farinha de trigo” genérica, essas são mais baratas mas se desfazem facilmente no cozimento.
A cor também é importante. Uma boa massa tem um tom amarelo dourado, não muito pálido nem esbranquiçado. Massa muito clara pode indicar farinha refinada de menor qualidade.
Massas com textura ligeiramente rugosa ou opaca seguram melhor o molho. Massas muito lisas e brilhantes tendem a escorregar o molho e não o absorvem bem.
Marca importa? Sim, importa. Marcas italianas tradicionais são reconhecidas por qualidade consistente. Mas existem marcas nacionais com boa qualidade, observe sempre os ingredientes. Deve ter apenas dois ingredientes: sêmola de trigo duro e água, sem corantes, conservantes ou aditivos.
Massas de boa qualidade costumam indicar “al dente” com precisão. Evite massas que cozem em menos de 5 minutos, normalmente são pré-cozidas e têm textura inferior.
Massas de qualidade superior são rúvidas (rugosas) e no seu rótulo indicam “lenta essiccazione”, o que significa secar a massa a baixa temperatura (geralmente abaixo de 60 °C) durante várias horas ou até dias, dependendo do formato. Em contraste, a secagem industrial é feita rapidamente e a altas temperaturas, para acelerar a produção.
No dia a dia não há problema em consumir massas mais baratas, só fique atento aos ingredientes e aditivos. Mas toda vez vez que você for fazer um jantar especial e for caprichar nos ingredientes do molho, POR FAVOR não vai economizar na massa hein!!!




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